Preparação Física
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
UFMG + ''Cara de Pau'' = Auxiliar de Fisiologia do Cruzeiro
Explicando o título, hoje como falei, fomos à UFMG e, chegando lá fomos procurar os professores indicados pelo nosso instrutor, o João. Achamos só o Mauro Heleno, que nos deu seu e-mail, falou pra entrarmos em contato com ele, que ele nos retornaria e marcaria uma entrevista que será possivelmente na segunda, ou seja, viajem perdida. MAAAAAAAAAAS avistamos um rapaz que estava tranquilamente rasgando um pedaço de papel, foi quando virei para Amanda e Suéllen e falei: ''Vamos parar aquele cara alí , só pra não perder viajem né ?! Quem sabe ele nos ajuda''. Aí fui lá tentar a sorte né.. Mais a sorte estava muito do nosso lado, pois fizemos um boa entrevista, com muito material necessário para a conclusão do trabalho com o auxiliar de fisiologia do time principal do Cruzeiro, o que me deixou muito feliz, já que não foi possível ir na base do Cruzeiro e nem do Atlético.
Mais tarde postaremos os vídeos e as perguntas da entrevista. Beiiiiijooos'
Educação Física-UFMG
Então galera, hoje logo após à aula, iremos à UFMG, no setor de educação física para pegar mais informações galera..
Quando chegar em casa, venho direto pro blog contar as novas .. Beijos
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Preparação Física nos tempos antigos
A figura do preparador físico surgiu na década de 50, até então era o técnico o responsável pelo condicionamento físico do time. Na Copa do Mundo de 1954, algumas seleções contavam com a presença de preparadores físicos, que atuavam juntamente com o técnico, com a finalidade de dirigir as atividades físicas da equipe. Na seleção brasileira, em 1958, a CBD (Confederação Brasileira de Desportos), convidou um professor, ex-jogador de futebol, que atuava como treinador em um clube do Rio de Janeiro, para auxiliar o técnico da seleção. Foi, portanto o primeiro preparador físico do Brasil. Com o resultado do mundial, surgiram os primeiros preparadores físicos nos clubes brasileiros. Mas nessa época tinha-se o conceito de que o preparador físico deveria ser um homem forte, com hábitos rudes, e que deveria exigir o máximo dos jogadores em atividades extenuantes, onde não se verificava os aspectos científicos do treinamento físico.
Portanto, era comum de se ver nos clubes os preparadores físicos militares (coronéis, majores, capitães, tenentes, sargentos e até mesmo policiais civis). Na Copa do Mundo de 1966, com o fracasso do Brasil, observou-se muita coisa. Dentre elas notou-se que somente o aspecto técnico não era suficiente para se vencer uma Copa do Mundo.
O outro problema era que os preparadores físicos na época nunca tinham trabalhado com o futebol. Enquanto isso na Europa, as seleções eram treinadas com novos métodos de treinamento, embasadas em pesquisas cientificas, como por exemplo, o treinamento em circuito, criado por um Belga. É nessa Copa, que quatro seleções européias ocuparam os quatro primeiros lugares, que foram à Inglaterra, Alemanha, Portugal e Polônia.
Em meados de 1968, profissionais que atuavam no futebol brasileiro começaram a se atualizar com profissionais da Europa. Com isso houve uma significativa evolução no aspecto científico do treinamento. Essa atualização contribuiu muito para a nossa seleção de 1970, iniciando a fase científica do treinamento do futebol no Brasil. O treinador do time da Copa de 70, Cláudio Coutinho, foi uma das contribuições da época. Coutinho, juntamente com o professor Parreira, aplicou o método de Cooper nos treinamentos de futebol, o que proporcionou nos atletas um melhor preparo físico. Cooper era a teoria de um famoso médico americano Kenneth Cooper segundo ele correr regularmente durante uma hora todos os dias seria a melhor maneira de manter a forma e a saúde (LOPES, 2006; CUNHA, 2006 apud BARROS, 1990).
Com a conquista da Copa de 70 pelo Brasil, atribuiu-se o mérito ao excelente planejamento do treinamento físico realizado, a partir de então os clubes brasileiros começam a notar a importância da preparação física para o futebol, e o mais importante ainda, era que essa preparação física deveria ser aplicada por um profissional especializado, ou seja, por um profissional que aplicasse um treinamento físico especifico para o futebol (atendendo suas exigências).
Comparar o rendimento de jogadores em diferentes épocas, não é interessante, pelo fato de que em uma margem de 20 ou 30 anos, houve uma grande evolução nos sistemas táticos de jogos e nos métodos de treinamento, sem falar no avanço tecnológico que permite um maior aprimoramento no treinamento físico (FERNANDES, 1994).
Mas essa comparação é inevitável, pois de uma forma ou de outra, é a melhor maneira de mostrarmos que a diferença existente nas distâncias percorridas pelos jogadores em diferentes épocas reflete uma melhora na capacidade física, no preparo físico do atleta.
Segundo Weineck (2004), na década de 60, aqueles jogadores que percorressem mais de quatro quilômetros em uma partida, poderia ser considerado com sendo um atleta excepcional.
Atualmente, os jogadores profissionais de futebol percorrem em média 10 á 14 quilômetros por jogo. Até a década de 80 eram quatro quilômetros a menos. As medidas do campo continuam as mesmas (de 90 a 120 metros de extensão), mas o jogador hoje tem que estar preparado para movimentos mais velozes porque as partidas são bem mais rápidas e movimentadas (WEINECK, 2004; LOPES, 2006; CUNHA, 2006).
A importância de um profissional capacitado nos clubes é fundamental. O preparador físico deve estar presente em todas as categorias e não somente na categoria profissional, pois existem intensidades e cargas diferentes para cada faixa etária. Afinal de contas atualmente a grande maioria dos clubes de futebol possui categorias de base ou então parcerias com escolinhas de futebol.
Hoje o aspecto científico do treinamento físico está muito desenvolvido. Os profissionais se especializam cada vez mais utilizando computadores e os mais variados aparelhos eletrônicos possíveis, para determinar o nível de condicionamento e a evolução dos atletas. Portanto, percebe-se que a preparação física evoluiu de tal maneira que seria impensável a falta de um profissional especializado em treinamento físico integrando a comissão técnica de uma equipe (CUNHA, 2006).
Enfim, a preparação física para o futebol teve suas configurações iniciais alteradas significativamente até chegar às condições atuais, onde tem papel de extrema importância dentro do contexto do treinamento esportivo de alto rendimento no futebol.
Bibliografia
CUNHA, F. A. Evolução da preparação física para o futebol no brasil. Disponível em www.cdof.com.br/futebol1.htm>. Acesso em 23 Dez. 2006, 16:00:00.
FERNANDES, J. L. Futebol: ciência, arte ou...sorte!: treinamento para profissionais – alto rendimento: preparação física, técnica, tática e avaliação. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1994.
LOPES, A.D. Gene e treino para o jogador perfeito: exigências dos jogos de hoje tornam necessário, alem do talento, preparo especifico e alimentação adequada. Jornal O Estado de São Paulo. P. A-30, ano 127. 23 Abr. 2006.
SILVA, F. M. Treinamento Desportivo: reflexões e experiências. João Pessoa: Editora Universitária, 1998.
TUBINO, M.J.G. Metodologia cientifica do treinamento desportivo. São Paulo: Editora Ibrasa, 1979.
WEINECK, J. Futebol total: o treinamento físico no futebol. Tradução: Sérgio Roberto Ferreira Batista. Guarulhos: Editora Phorte, 2004.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Idade da aposentadoria
Bom, em nenhum site de preparação física eu encontrei algo de recomendação à idade para aposentadoria, o que se sabe é que, quando o corpo pede, é hora de parar. E isso, acontece por volta dos 38 anos e 40 para os goleiros. Ou seja, se o corpo pede para descansar, descanse, porque além de lesões acontecerem de maneira mais frequente, o tempo de cicatrização será maior, bem maior, pela ''elevada'' idade.
Esportes para pessoas mais velhas, só com moderação em galera, senão pode prejudicar e muito a pessoa em .. Alertem aos conhecidos e vizinhos mais velhos para não pegarem pesado na peladinha ou corridinha tradicional, porque uma lesão nesta idade já começa a ser preocupante.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
vamos responder a pergunta: Quais as lesões mais comum nos jogadores de futebol?
Essas lesões mais comum é:
1- Rosto:
Apalpe seu rosto e sinta o osso bem embaixo do seu olho. É o osso zigomático, que vai até a mandibula, formando um vão sobre ele. Muitos jogadores costumam usar os braços para proteger a bola e ás, com uma cotovelada, afundam esse osso.
2- Púbis:
O local onde o músculo adutor da coxa se encontra com o púbis (parte de baixo da “bacia”) é um dos mais sobrecarregados no futebol. O movimento repetitivo nessa região provoca uma inflamação no tendão que junta o músculo e o osso. É um tipo de tendinite – o tendão não se rompe – sentida como a famosa “puxada na virilha”.
3- Canela:
A fratura na tíbia é o tipo de fratura mais comum no futebol. Antigamente, quando o uso de caneleiras não era obrigatório, elas eram ainda mais típicas. Em casos de fratura da tíbia, é comum que a fíbula também seja afetada, afinal é um osso muito mais fino e que nem sempre é protegido pelas caneleiras.
4 - Tornozelo:
Assim como o joelho, sofre com a rápida movimentação do futebol moderno. Para piorar, os tornozelos estão mais vulneráveis a pancadas e aos buracos do campo. As lesões mais comuns são torções (ou entorses) nos ligamentos que conectam os pés aos ossos da perna – o ligamento anterior de um boleiro vive dolorido.
5 - Fratura por estresse:
Mais um tipo de lesão causado por movimentos repetitivos, que apesar de gerar muita dor, não é detectado no raio X. Para entender, pense no osso como um arame: se você o dobrar muitas vezes no mesmo ponto, uma hora ele vai arrebentar. Os ossos que mais sofrem por estresse são os do pé, que são finos e não param de se movimentar.
6 - Joelho:
Os movimentos de rotação são os culpados pelas lesões no joelho. As mais comuns são rompimentos (total ou parcial) do ligamento cruzado anterior (1), do ligamento colateral-tibial (2) e do menisco (3). Eles funcionam como elásticos que se esticam com a rotação da perna. Quando são sobrecarregados, eles rompem e é preciso reconstituí-los usando outros tendões, como o de trás da coxa.
7 - Coxa:
O músculo é feito de várias fibras que, na hora do movimento, escorregam umas sobre as outras. Quando o movimento não é harmônico ocorre um estiramento. Durante o chute, por exemplo, o músculo está contraído para produzir a força contra a bola e, de repente, você o estica. Os músculos posteriores são as principais vítimas. Eles podem simplesmente travar (contratura) ou mesmo se romper.
Tem alguns equipamentos para a proteção dessas lesões que pode prevenir essas lesões como:
Os mais usados são caneleira, tornozeleira e bermuda térmica (ou “coxeira”). Muitas caneleiras já têm uma tornozeleira acoplada, mas, para dar mais firmeza, os jogadores geralmente fazem uma “botinha” no tornozelo com uma faixa. A coxeira ajuda a deixar a musculatura da coxa aquecida e produz pressão sobre as fibras para evitar que elas escorreguem de mais ou de menos.
"Afunilação"
Já temos data definida para o término do trabalho: 27/08.
Sendo sim, "afunilaremos" mais ainda o trabalho e aprofundaremos nas questões. Como disse há uns postes atrás, as questões 5,6,7 e 8 foram descartadas, por recomendações e um dos nossos instrutores (o principal deles): João. E hoje, nós membras sentamos juntas e decidimos eliminar outras que fogem um pouco do foco principal. São elas 3 e 14.
E só explicando porque deixei meio vago, a 8 não exatamente eliminaremos, só que ela se encaixa mais como título, um resposta fácil e já obtida, eliminaremos apenas no caso de entrevistas e etc.
Agora quem nos auxiliará na parte da química no esporte, será nossa nova instrutora Luciene, já que, a Cláudia saiu da escola (=S). E com a Luluzinha (=D) agente aprendeu que os energéticos fazem muito mal ao corpo, em questão da cafeína (ela nos explicará mais na próxima semana).
Sobre as consequências do doping, algumas delas são os danos causados ao organismo pelos anabolizantes e estimulantes são enormes e atacam praticamente todos os órgãos do corpo. Não são poucos os casos de fisioculturistas (tanto homens quanto mulheres) que têm morrido pelo uso indiscriminado dos anabolizantes. Eles atacam o coração, os rins, o fígado, masculinizam as mulheres, provocam impotência nos homens (o que muitos de nós já sabemos), a dependência de hormônios ingeridos e etc.
Tchau galera, daqui a pouco volto =D.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Doping
Então galera, um dos tópicos do trabalho, é o ''doping''.
O doping "É o uso de substâncias naturais ou sintéticas visando a melhora do desempenho dos atletas em competições. Este objetivo é ilícito e por isso são feitos testes de doping durante competições''.
E sobre citar o caso de doping, tá aí um pouco da explicação sobre o caso de Cesar Cielo ''O laboratório Ladetec é que faz os controles. É um dos laboratórios certificados pela agência internacional de controle antidoping.
Nas amostras colhidas após as provas ,alguns atletas foram flagrados com FUROSEMIDA,diurético proibido usado para mascarar outras substâncias.
Quatro atletas foram flagrados: Henrique Barbosa,Nicholas Santos,Vinicius Waked e Cesar Cielo.
Os resultados só foram conhecidos na sexta-feira, dia 3 de junho,48 horas antes do OPEN de Paris.
Aí o presidente da Confederação Brasileira de Natação ligou para o presidente da FINA comunicando o resultado dos exames.
Julio Maglione, mandachuva da natação mundial, liberou os brasileiros para competir na França.
Na volta, eles tomaram conhecimentos de tudo.
Vilã da história, a cápsula de cafeina que todos atletas tomaram.
A farmácia de manipulação, que faz a cápsula em Santa Barbara do Oeste, desmentiu que tenha ocorrido uma contaminação cruzada, ou seja,que existissem resíduos de FUROSEMIDA na bandeja para a confecção da fórmula. Hoje, a farmácia estuda processar a CBDA por declarações falsas.
Para a farmácia Ana Terra é facil confrontar isso. Basta apresentar uma das capsulas do lote. Só que todas foram usadas. Assim é impossível dizer se houve contaminação.
Punido com advertência pela Confederação Brasileira, que enviou os documentos para a FINA,Cesar Cielo foi assunto da imprensa internacional que considerou a pena branda.
O médico Eduardo De Rose, da agência mundial do controle antidoping, disse que a FINA não deve discordar da advertência aplicada pela CBDA. Sendo assim, Cesar Cielo disputa o mundial de Xangai e Olimpíadas de Londres."
Agora, citarei as substâncias consideradas doping:
"Estimulantes: pseudoefedrina, efedrina, anfetamina, etc.
Narcóticos: morfina, codeína, propoxifeno, etc.
Agentes anabólicos: testosterona, nandrolone, stanozolol, etc.
Diuréticos: hidroclorotiazínicos, furosemide, etc.
Betabloqueadores: propranolol, atenol, etc.
Hormônios peptídeos e análogos: Hormônio do crescimento, eritropoetina, corticotropina."
Amanhã voltarei com mais notícias galera ...
Fontes:
www.noticias.r7.com/blogs/alvaro-jose/2011/07/02/cesar-cielo-doping-ou-erro/
www.psicoativas.ufcspa.edu.br/doping.html
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Último Mês
É, agora é a hora gente .. Vamo correr, estamos atoladas de serviço e após alguns toques do João, vamos elaborar a entrevista, que será assim como nossa visita à UFMG (educação física) será o alicerce e o necessário para conclusão do trabalho. Vamos seguir o conselho de nosso instrutor e cancelaremos as questões 5,6,7 e 8 e incluiremos algo do tipo ''Inicie com um breve histórico do entrevistado. nome, tempo de profissão, experiência. Inicie também perguntando da importância de uma preparação bem feita, conduzida por bom profissional. (riscos e benefícios)''. Amanhã voltarei com mais galera. Acredito que à partir de hoje, postarei todo dia, afinal espero ter novidades sempre. Tchau galera...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Toca da Raposa
Bom, sobre a ida á Toca da Raposa 1, tenho entrado em contato com o João, depois de alguns imprevistos, acho que dará certo. Ele me mandou uma mensagem hoje cedo, falando que estava na Toca e pediu para eu lhe mandar um e-mail sobre o tema do trabalho e perguntas da entrevista (já feito =D) .. Agora, cruzem os dedos ....
quinta-feira, 9 de junho de 2011
A importância da preparação física
Na nossa apresentação do dia 30, deveremos falar nossos objetivos no nosso trabalho, e principalmente, ter em mente o que é e para que serve a preparação física.
Primeiramente, a preparação física é uma preparação obtida de acordo com cada biotipo para praticar algum esporte, ou seja, é a observação de um especialista que define a preparação necessária para cada pessoa, de forma que, se não atingir o necessário, não terá eficiência precisa e se ''passar do ponto'', o efeito será desagradável, podendo causar até mesmo lesões. A preparação física faz parte de um conjunto, passando por alongamentos e as atividades físicas em si.
Sua importância é absoluta.
O próprio termo "preparação" já diz tudo. Preparar é estar pronto para empreender, realizar algo.
A prática desportiva requer que o atleta esteja o melhor que puder, visto que vai competir e competir exige que se dê o máximo de si e isso só se consegue com muito treino e preparação. Sem uma preparação adequada, haverá prejuízos para o corpo, sendo eles graves ou não.
Bom, essas são mais definições que também explicaremos =D
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Sites que responderá a algumas de nossas perguntas
Então galera, agora é pegar firme mesmo, dedicação total. O nosso diário de bordo nos auxiliará muito, muito mesmo.
Então abaixo, citarei um(ou mais , depende dos quais acredito se envolverem com o assunto) site, que nos ajudará a resolver algumas perguntas, como este:
http://www.marciofariacorrea.com/treinam.php
Inicialmente postarei os sites, pois neste momento estou na escola (na aula de projetos) e quando estiver em casa "meditarei" e me dedicarei a resumir, postar o necessário e interessante.
Neste link que citei acima, fala um pouco da história da preparação física, da preparação dos goleiros e etc.
http://www.marciofariacorrea.com/dopping.php
Nesse segundo link, o assunto é o dopping, que também, brevemente entraremos (e nesse caso, contaremos com a ajuda da Cláudia, professora de química).
http://www.marciofariacorrea.com/nutric.php
Nesse outro, a seção é nutrição (onde também nos auxiliará a Cláudia =D).
Claro que, para o dia 30, a prioridade é entender a ponto de explicar o que é prepração física e sua importância, mas não podemos esquecer o resto do conteúdo né... Abraços.
Preparação para apresentação do dia 30/06
Abaixo, citarei alguns trechos sobre a opinião do professor e preparador físico Márcio Faria Corrêa sobre determinadas situações da preparação física no FUTEBOL:
-IMPORTÂNCIA DA PREPARAÇÃO FÍSICA
“Até algum tempo atrás, o torcedor não observava o trabalho da preparação física e pela própria mídia passava despercebido. Hoje, muita coisa evoluiu e várias equipes demonstram superioridade justamente nesse aspecto, já que a técnica dos atletas e o mapeamento feito pelos
treinadores estão muito nivelados”.
-TECNOLOGIA EM PROL DA PARTE FÍSICA
“Busco sempre a tecnologia mais avançada para qualificar meus atletas, já que esta é uma questão crucial nos dias de hoje. De posse de um material moderno é que conhecemos respostas mais precisas e rápidas relacionadas ao desempenho físico e técnico. Quando os clubes não oferecem esse diferencial, com boa vontade e um pouco mais de trabalho podemos substituí-la por análises mais simples e não menos importantes. Deixo claro que isso não é tudo, pois dependemos também do empenho e da qualidade de todo o grupo de atletas”.
-PREPARAÇÃO FÍSICA COM BOLA
“Penso que é importantíssimo respeitar o potencial fisiológico individual e as exigências do próprio esporte. Os exercícios devem ser ligados sempre ao futebol. Esta é uma tendência que vem do exterior e é encabeçada pelo técnico do Real Madrid, José Mourinho. Trata-se de um método consistente, que potencializa a qualidade técnica dos jogadores durante a preparação física. Precisamos de jogadores prontos para jogar futebol, e não para correrem maratonas ou levantar pesos máximos. Pretendo que, nesta intertemporada, cada atleta alcance seus melhores índices de desempenho e logo que eles se sentirem adaptados, os resultados venham”.
(http://www.marciofariacorrea.com/show_materia.php?subaction=showfull&id=1277582584&archive=&start_from=&ucat=11& )
Outra opinião do preparador físico que, hoje atua no Brasiliense, é de que ''os treinamentos são sempre integrados, associando o desenvolvimento da preparação física a partir do treinamento técnico, adequado aos espaços e ações do jogo. Isso motiva o atleta e tem me dado excelentes resultados nos últimos clubes que passei”
( http://www.marciofariacorrea.com/show_materia.php?subaction=showfull&id=1276748800&archive=&start_from=&ucat=11& ).
Depois voltarei com mais informações pessoal.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Respostas à perguntas
Bom, nosso professor Ivan, pediu na semana passada para que começemos a responder (e bem) à perguntas na qual pretendemos responder.
Hoje, citarei a questão da lesão no futebol, que tem como principal as lesões musculares, seguida de contusões, entorses, tendinites e fraturas e luxações, onde uma lesão considerada leve, tem seu tratamento efetivado em até 7 dias, o caso de grande parte das lesões ortopédicas.
Apesar da maioria desconhecer, o maior número de lesões, acontece com contato indireto.
Bom, amanhã voltarei complementando a resposta =D ..
Respostas à algumas perguntas
Bom galera, o nosso professor Ivan, comunicou na última aula que deveríamos fazer algumas pesquisas para apresentarmos à turma.
De acordo com uma pesquisa (citarei a fonte abaixo), as lesões mais comuns e frequentes são, primeiramente as musculares (39,2%), as contusões (24,1%), entorses (17,9% sendo 54% no tornozelo e 46% no joelho), tendinites (13,4%), e as fraturas e luxações (5,4%).
Um número para muitos (aí me incluo) surpreendente, é que, a maioria (59,3%) das lesões, acontecem SEM CONTATO FÍSICO, superando os ''apenas'' 40,7% que acontcem com o contato direto.
As lesões ortopédicas são de tratamento rápido, cerca de 7 dias, claro, em média.
(http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faenfi/article/view/6186/4480)
(Não apagarei o post abaixo senão o Ivan me dará um ''puxão de orelha'', já que, não gosta de edições ou exclusões de material, apesar de tratar-se do mesmo assunto)
terça-feira, 24 de maio de 2011
Projeto
Título
A preparação física no esporte
Objetivo
Fomentar a discussão sobre os métodos e a importância da preparação física no esporte e no cotidiano.
Justificativa
A prática da atividade física é muito importante para a saúde da população e está muito presente e em nossa sociedade. A preparação física deve ser associada às práticas físicas, seja em atletas profissionais, amadores ou praticantes ocasionais, a fim de evitar possíveis lesões e danos à saúde. O preparo físico do indivíduo é de fundamental relevância para um bom desempenho em tais práticas.
Os métodos de preparação variam de acordo com a modalidade esportiva e a idade do atleta. Buscaremos compreender as especificidades desses métodos, com um aprofundamento maior no futebol, o esporte que mais se sobressai na tradição e cultura de nosso país. Nosso trabalho tenciona discutir sobre os riscos e benefícios da prática esportiva, o motivo pelo qual a Educação Física faz parte do parâmetro curricular nacional e ampliar conhecimentos sobre a bioquímica e fisiologia do exercício, relacionando as disciplinas da escola que se relacionam com o tema.
Procedimentos
- Pesquisa na internet
- Entrevistas com atletas, preparadores físicos, fisioterapeuta, professor de Educação Física e outros profissionais da área, com gravações de áudio/vídeo.
- Consulta a livros e artigos científicos do gênero.
-Visita a centro de treinamento profissional.
- Montagem de uma apresentação de slides em -PPT
Recursos
-Entrevista a profissionais da área
-Gravador de áudio/ Vídeo
- Computador com acesso a internet e impressora
-Biblioteca
-Aparelho de xerox
Orçamento
-Deslocamento R$ 60
Cronograma
-Pesquisa na internet - Recolhimento de dados - até junho
-Elaboração de perguntas aos profissionais - até 15 de junho
-Efetuação das entrevistas - até primeira quinzena de agosto
- Consultas a livros e artigos científicos do gênero - até segunda quinzena de agosto
- Montagem da apresentação - até início de setembro
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Entrevista com Paulo Vitor, atleta de base do Atlético-MG
Anna Caroline: Quais os líquidos que você costuma tomar durante os jogos ?
Paulo Vitor: Gatorade e água.
Anna Caroline:Quais são as lesões mais comuns nos goleiros, é no braço/mão mesmo ?
Paulo Vitor: Sim e nos dedos e tornozelos.
Anna Caroline: Você acha mais intensa a preparação de goleiro?
Paulo Vitor: Sim.
Anna Caroline: Verdade que vocês comem muita massa e chocolate?
Paulo Vitor: Não tá doida (risos). É uma comida balanceada, não podemos engordar. O percentual de gordura ideal é 10%, você pode sim comer tudo, mas não em excesso.
Anna Caroline: Há restrições para porte físico?
Paulo Vitor: Não. Se tiver uma preparação adequada, quanto mais força melhor o rendimento.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Ciência dos Esportes - Documentário
Achei um documentário feito pelo NatGeo, de onde podemos tirar muitas coisas pra nosso trabalho! Responde muitas perguntas que a gente fez!

Vou postar a partir da parte 2, que fala sobre como os avanços tecnológicos aprimoraram a ciência do esporte, seja nos exames físicos (avanços possibilitaram identificar melhor o que cada atleta precisa), na nutrição (comparando com a dieta de antigamente e porque mudou, mostrando a importância da dieta acertada), prevenção de lesões, psicologia esportiva (jogadores de futebol sofrem muita pressão, cada um sofre pressões diferentes). ...
As partes 3 e 4 falam sobre os treinamentos específicos para goleiros, zagueiros, meio-campistas e atacantes, e os "tipos físicos" requeridos para cada posição. Falam também sobre a velocidade do jogo de futebol, a tecnologia em uniformes chuteiras e bolas, os gols, além de completar informações sobre temas já citados na parte 2.

As partes 3 e 4 falam sobre os treinamentos específicos para goleiros, zagueiros, meio-campistas e atacantes, e os "tipos físicos" requeridos para cada posição. Falam também sobre a velocidade do jogo de futebol, a tecnologia em uniformes chuteiras e bolas, os gols, além de completar informações sobre temas já citados na parte 2.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Resposta à pergunta: Qual a função de hidrotônicos e energeticos durante os jogos?
As bebidas isotônicas servem para repor a água e os sais minerais perdidos pelos atletas ou adeptos de uma atividade física regular, durante a prática dos exercícios. Servem também para a reposição dos eletrólitos, principalmente o sódio e potássio.Os isotônicos foram desenvolvidos para repor a água e os sais minerais perdidos pelo organismo durante atividades físicas, ou seja: hidratar e melhorar o desempenho dos atletas. Mas eles devem ser consumidos após exercícios que durem mais de uma hora e que provoquem transpiração. Atividades leves como uma simples caminhada ou uma ida à padaria, por exemplo, não são motivos para matar a sede com bebidas isotônicas.
Muita gente confunde isotônico com energético. E os dois são praticamente antagônicos. Enquanto o primeiro hidrata e repõe os sais minerais, o outro pode provocar até mesmo à desidratação. Uma latinha de energético tem até 30% mais de cafeína do que um café expresso. Agora imagine essa carga energética associada ao esforço intenso dos exercícios...
fonte de consulta: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/isotonicos-cautela-na-dose/175267
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Ajudinha do João
Hoje pela manhã, recebi a notícia do nosso professor e instrutor do projeto João, de que conseguiu uma visita para inicialmente meu grupo visitar a Toca 1, por isso amanhã perguntarei ao Ivan se ele topa que sejam estas perguntas do grupo 1.1 (comparações de preparação física) respondidas pelo preparador físico que nos auxiliará, por isso já não pesquisei a preparação de goleiros, que esta pergunta poderá ser respondida, de forma compreensível e certamente correta por um profissional da área .. Valeu João =D
O que é preparação física ?
A preparação física faz parte de um conjunto e não se limita apenas à pratica de varios exercícios de ginástica e alongamentos. A preparação física deve imperativamente ter em conta os objetivos a atingir, o desporto praticado, o nível do indivíduo. O treinador tem como função ajudar o atleta a atingir um patamar superior na sua atividade física. Se, por qualquer motivo, considerar que apenas necessita de trabalhar os peitorais e os bícipedes, nunca se esqueça de que o corpo humano forma um conjunto. Ao ignorar determinadas partes, estará a criar desequilíbrios articulares que rapidamente causarão lesões. A corrida a pé ou ciclismo nunca poderão substituir uma sessão de musculação das coxas. ( http://muscul.az.free.fr/pt/educatif/debut.html )
Respondendo as perguntas (ou não) :S
Oi gente...
A tarefa da semana foi responder três das várias perguntas que a gente já elaborou... O grupo dividiu as tarefas. Cada uma ficou de trazer uma pergunta respondida, só que não rolou direito.
A Carol já falou que não vai dar pra postar a resposta pra pergunta dela essa semana. E a decisão foi deixar para responder essa e algumas outras perguntas mais aparentemente complicadas depois que a gente já tiver conversado com o preparador físico que o João , nosso professor de educação física arrumou pra gente.
É isso mesmo: o professor de Educação Física, João, é amigo/seilá do preparador físico da base do Cruzeiro, e conseguiu agendar pra gente uma conversa/entrevista com o cara *--*
Legal demais né? Então, falta só combinar os detalhes junto a escola e aos professores...
É importante lembrar que a Suelen já postou a resposta para a pergunta (sobre a dieta de jogadores) dela há tempos atrás HEUHSU...
Vou postar um texto bem grande aqui, ninguém vai ter paciência pra ler todo não, mas a gente aqui com certeza vai ter que fazer isso um dia desses:
Sobre lesões no joelho
"O joelho é uma das maiores articulações do corpo humano e também uma das que mais sofre lesões. Essa articulação é formada pela extremidade distal do fêmur, extremidade proximal da tíbia, patela, ligamentos, meniscos e tendões de músculos que o cruzam. O joelho pode ser lesionado de várias formas por ser muito vulnerável ao trauma direto (pancadas) ou indireto (entorse), além de ser lesionado principalmente pelo excesso de uso ou uso inadequado (regiões condrais e tendíneas são as mais acometidas).
Nos Estados Unidos e Canadá mais de 4 milhões de pessoas necessitam, anualmente, de tratamento médico para as patologias do joelho. As lesões no joelho são muito comuns no meio esportivo. Atletas das modalidades que possuem corridas e/ou saltos, geralmente se queixam de dores em algum estágio de suas vidas competitivas, muitas vezes tendo que abandonar o esporte. Os atletas recreativos ou mesmo praticantes de academias, também são acometidos a estas lesões. Praticamente todas as estruturas do joelho podem ser lesionadas, neste texto daremos enfoque às lesões mais comuns: Lesões ligamentares (distensões), tendinite patelar, condromalácia patelar e lesões dos meniscos.
Lesões ligamentares
Existem quatro grandes ligamentos no joelho: Ligamento Cruzado Anterior (LCA), Ligamento Cruzado Posterior (LCP), Ligamento Colateral Medial (LCM) e Ligamento Colateral Lateral (LCL). Dentre os quais a maior incidência de lesões ocorre no LCA e no LCM. O joelho é estável em extensão, passível de rotação axial (quando flexionado), fazendo com que essa articulação seja menos estável na flexão. Quanto às lesões, o estiramento dos ligamentos é uma das mais comuns nos tecidos moles do joelho, podendo ser classificado como:
1º Grau - Leve estiramento, com pequena tumefação e sem perda da estabilidade. Neste caso o ligamento permanece íntegro e após o trauma o indivíduo consegue andar. A dor acontece somente no movimento e, em alguns casos, ao toque.
2º Grau - Estiramento de cerca de 50% das fibras, presença de sinais flogísticos, com grande dificuldade de movimentos, sendo a estabilidade preservada na maioria dos casos.
3º Grau - Estiramento de cerca de 75% das fibras, com presença de hematoma acentuado e perda da estabilidade, com diástese de 10mm.
4º Grau - Ruptura ligamentar total ou avulsão, com rompimento da cápsula e possível ruptura meniscal que consiste em uma lesão grave.
Distensão do ligamento cruzado anterior (LCA)
A ruptura isolada do LCA pode acontecer, porém geralmente, é mais comum que esse ligamento seja danificado junto com outros ligamentos e/ou cornos posteriores de menisco. O mecanismo básico da lesão do LCA envolve a hiperextensão do joelho, como por exemplo, um golpe direto na parte frontal do fêmur com o pé fixo no chão. O LCA também se distende em atividades que exigem mudanças rápidas de direção como no futebol, handebol e basquete (momento da “finta” ou em freadas rápidas, arrancadas) e em esportes de salto quando não acontece uma aterrissagem firme. Durante a reabilitação deve-se evitar alongamentos agressivos dos isquiotibiais e os exercícios devem ser executados inicialmente com os joelhos ligeiramente flexionados.
Os exercícios de cadeia cinética fechada são mais indicados. O fortalecimento dos isquiotibias é de suma importância, uma vez que eles ajudam na estabilização do joelho. Atualmente a reabilitação desse tipo de lesão tem sido feita utilizando o agachamento como principal exercício, pois durante sua execução não existe forças tensionais significativas no LCA. Isso se deve em parte pela moderada ativação dos isquiotibiais que ajudam a aliviar a tensão no LCA devido ao mecanismo de co-contração (ESCAMILLA, 2001).
O interessante é que à medida que aumenta-se o ângulo de flexão de joelhos aumenta-se a contração dos isquiotibiais, fazendo com que o agachamento profundo possa ser utilizado em estágios mais avançados de recuperação. A frouxidão ligamentar do LCA lesionado pode ser controlado em exercício de cadeia cinética fechada (ECCF) mas, não em exercício de cadeia cinética aberta (ECCA) (KVIST & GILLQUIST, 2001). Durante o agachamento a maior compressão no LCA acorre nos ângulos menores que 50 graus (TOUTOUNGI et al, 2000).
Distensão do ligamento colateral medial (LCM)
Uma das lesões mais comuns no esporte. Geralmente é resultante de uma força externa direcionada ao aspecto lateral do joelho, ou seja, ocorre muitas vezes por trauma na face lateral (externa), sendo relacionada a esportes como o futebol, judô, karatê, etc. O tratamento consiste em fortalecer todos os músculos que cruzam a articulação dos joelhos (quadríceps, isquiotibiais, adutores e abdutores) isso após a interrupção do quadro álgico.
Distensão do ligamento cruzado posterior (LCP)
Distensões nesse ligamento são pouco comuns no meio esportivo e geralmente outras estruturas são afetadas. A hiperextensão do joelho é o mecanismo mais comum dessa lesão, geralmente é ocasionado por trauma direto na região anterior da parte superior da coxa. No tratamento deve-se focalizar o quadríceps, uma vez que esse músculo fortalecido tende a deslocar anteriormente a tíbia, revertendo assim o sinal de gaveta posterior. A força dos músculos posteriores da coxa deve ser estabelecida espontaneamente sem exercícios específicos.
É importante o alongamento dos isquiotibiais, mas sempre tendo os devidos cuidados para não hiperextender o joelho lesionado. O fortalecimento do quadríceps deve ser priorizado com exercícios de cadeia cinética aberta (ex: cadeira extensora), mas em fases posteriores da reabilitação os exercícios de cadeia cinética fechada como agachamentos podem ser introduzidos, porém deve-se ter cuidado com a angulação, pois à medida que aumenta-se o ângulo de flexão, aumenta-se à tensão neste ligamento, sendo seguro trabalhar em ângulos menores que 50 / 60º (ESCAMILLA, 2001).
Tendinite patelar (“joelho do saltador”)
A dor na região infrapatelar é mais comum nesse tipo de lesão, porém outros fatores podem ocasiona-la:
Lesões da patela, como osteocondrite;
Patela com fratura de esforço ou polo inferior alongado e proeminente;
Hipertrofia do corpo adiposo infrapatelar;
Bursite ou doença de Osgood-schlatter.
A tendinite patelar está associada com mais freqüência a atividades repetitivas, ela foi primeiramente descrita em atletas de salto em altura (daí o nome de joelho do saltador) mas é quase igualmente edêmica em jogadores de basquete e vôlei. Além de atividades que envolvam saltos, atividades de corrida também costumam exacerbar esse quadro. A dor da tendinite patelar normalmente é de fácil localização, e acomete geralmente o polo inferior da patela, ou mais raro, sua borda superior. No tratamento o primeiro passo é a diminuição dos sintomas, e isso deve ser feito interrompendo as atividades que causem dor.
Tratamento com gelo, medicamentos, antiinflamatórios e exercícios isométricos do quadríceps são iniciados imediatamente e continuados até que os sintomas desapareçam. Deve-se fortalecer e alongar o quadríceps e os alongamentos deve ser feito pelo menos 4 vezes por dia, ao acordar, antes e depois das atividades físicas e antes de dormir. Durante o alongamento recomenda-se um mínimo de 20 segundos de manutenção da posição por 2 ou 3 séries. Os exercícios isotônicos e com mais cargas podem ser realizados assim que os sintomas de dor tiverem cessado e não causarem dor durante a execução.
Condromalácia patelar (“joelho do corredor”)
A condromalácia patelar é uma lesão da cartilagem patelar devido a degeneração prematura com amolecimento, fibrilação e aspereza dessa estrutura, nas quais, são semelhantes às relacionadas com a osteoartrite. A condromalácia pode ocorrer devido a trauma direto com conseqüente dano condral, ou resulta de qualquer condição que interfira com os movimentos patelofemorais normais, tais como variações anatômicas anormais. Essas variações podem ser causadas pelo aumento do ângulo Q, patela alta, insuficiência do vasto medial, oblíquo e desequilíbrio articulares. Esta lesão é mais comum em mulheres (devido principalmente ao aumento do ângulo Q) e ocorre prioritariamente em atividades como balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.
A dor é descrita como profunda e localizada na região retropatelar e pode ser sentida ao subir e descer escadas, em atividades prolongadas, após ficar muito tempo com os joelhos flexionados e ao agachar-se para pegar um objeto no chão. Em movimentos de flexão dos joelhos a dor é acompanhado de crepitação retropatelar facilmente audível ou sentida com a mão por cima da patela. O principal sinal para um diagnóstico consiste em mover a superfície da patela contra o fêmur. O tratamento é conservador, muito parecido com o utilizado no procedimento da tendinite. Estimular o repouso evitando atividades que provoquem a dor patelar, como correr, saltar, andar em salto alto e exercícios que promovam a flexão do joelho (ex: ciclismo e subir escadas).
A base do tratamento é constituída de exercícios que fortaleçam o quadríceps, principalmente o vasto medial oblíquo. Apesar de ser necessário o fortalecimento prioritário do VMO (vasto medial oblíquo), dificilmente essa musculatura pode ser isolada e fortalecida individualmente. Um estudo conduzido por MIRZABEIGI et al, em 1999 comparou a ativação do vasto medial oblíquo com o vasto lateral, vasto intermédio e reto femoral em 9 exercícios diferentes, os pesquisadores demonstraram não haver diferenças significativas entre os músculos concluindo então que o VMO não pode ser isolado durante os exercícios.
É recomendado que se realize exercícios isométricos para o quadríceps, pois não exacerbam a dor, fortalecem e envolvem movimento mínimo da patela. Já os exercícios de flexão de joelhos, tais como agachamento são indicados, mas implicam em uma sobrecarga muito grande sobre a articulação patelofemoral e resultam em exarcebação dos sintomas (CORRIGAN & MAITLAND, 2000). Apesar da tensão patelofemoral aumentar concomitante à flexão do joelho no agachamento, devemos ter em mente que o agachamento profundo mesmo realizado com poucas repetições e muita carga é menos deletério que atividades cíclicas de longa duração, pois na verdade o maior problema da condromalácia está no alto volume dos treinos. Outro fator importante neste tipo de lesão é o fortalecimento e alongamento dos isquiotibiais, flexores do quadril e abdutores.
Lesões de meniscos
Cada um dos compartimentos laterais e mediais do joelho contém um menisco fibrocartilagíneo em forma de meia-lua e de consistência amolecida. Os meniscos ajudam a aumentar a congruência articular, estabiliza a articulação, absorve choques e limita movimentos anormais, além de ajudar na nutrição articular e na lubrificação da cartilagem. Os atletas de final de semana são os principais candidatos às lesões dos meniscos devido ao condicionamento físico inadequado. A cartilagem pode sofrer ruptura na direção horizontal ou longitudinal, sendo esta última mais comum. Quando a lesão é grande suficiente atingindo longitudinalmente desde o corno anterior até o posterior é denominada “alça de balde” e o fragmento interno pode deslocar-se e assim produzir um bloqueio articular.
Em pacientes com ampla ruptura de meniscos deve ser realizada a meniscectomia, mas quando ocorrida na inserção vascular periférica, o menisco pode ser recuperado. Geralmente o tratamento visa aumentar a força do quadríceps, dos flexores e abdutores do quadril e deve ser combinado com exercícios para alongar os isquiotibiais e panturrilhas. Existem especulações quanto à sobrecarga causada pelo agachamento a estas estruturas.
Estudos demonstram que o pico de força compressiva no agachamento profundo varia de 550 a 7928N, mas nenhum estudo consegue demonstrar o quanto às estruturas articulares e meniscos podem suportar (ESCAMILLA, 2001). A partir de observações empíricas podemos avaliar que provavelmente os meniscos suportam bem mais que isso, basta observarmos que os jogadores de voleibol (ou outros esportes de salto) dificilmente tem lesões nos meniscos mesmo tendo forças (durante os treinamentos / competições) compressivas atuando nessas estruturas bem acima das encontradas no agachamento profundo.
Terapia com frio e calor como forma de tratamento e prevenção de Lesões
Atualmente as terapias com frio e calor tem sido muito difundidas na reabilitação de lesões, sem contar que, e a terapia com frio ainda pode ser utilizada na prevenção.
Crioterapia (aplicação de gelo):
Crioterapia (crio = gelo, terapia = tratamento) é o nome que se dá ao tratamento à base de gelo, usado há muitos anos como agente terapêutico. Sua principal aplicação está no tratamento imediato de lesões no esporte, na qual serve para resfriar os tecidos profundos pela vasoconstrição, reduzindo assim as hemorragias. Atualmente a crioterapia tem sido utilizada como meio preventivo para lesões, sendo comumente usada pelos principais clubes e atletas competitivos. A somação do estresse nos tendões e estruturas articulares pode promover uma deficiência nutricional nessas regiões com conseqüente isquemia local, e a aplicação de gelo nessas regiões promove uma hipotermia, reduzindo assim os níveis metabólicos e evitando reações de hipoxia secundária, que com certeza levaria a dor e incapacidade funcional.
A hipotermia causada pelo resfriamento articular também favorece a agregação molecular de líquido sinovial aumentando assim a sua viscosidade, na qual é um dos fatores determinantes na proteção da cartilagem articular. Os principais efeitos fisiológicos da crioterapia são: Anestesia, redução da dor, redução do espasmo muscular, estimula o relaxamento, redução do metabolismo local, redução da inflamação, redução da circulação com posterior estimulação, redução do edema e quebra do ciclo dor-espasmo-dor.
Dicas para o uso do gelo:
1- Uso imediato nas contusões - reduz o edema e alivia a dor. 2- Aplicar gelo em qualquer traumatismo ou contusão. Ex: Lesões musculares (contraturas, distensões), lesões articulares (entorses, lesões nos ligamentos), tendinites, hematomas, etc. 3- É recomendado que a aplicação dure no máximo 30min, sendo que na maioria das regiões 20 min já são o suficiente. 4- Nas primeiras 24 horas das lesões mais importantes use gelo por meia hora a cada duas horas. LAING, DALLEY E KIRK (1973) relataram que uma aplicação de gelo durante 20 minutos teve um efeito de até duas horas no esfriamento de músculos profundos. 5- Evite pegar no sono enquanto aplica gelo.
Contra-indicações:
O gelo não deve ser usado em caso de redução do suprimento sanguíneo (ex: Doença vascular periférica), também é contra indicado no caso de artrite pois, aumenta a rigidez articular.
Termoterapia (aplicação de calor):
O calor terapêutico tem efeito trófico, promovendo a vasodilatação das arteríolas e capilares melhorando o metabolismo da nutrição dos tecidos, liviando a dor e aumentando a flexibilidade dos tecidos músculo-tendíneos, além de diminuir a rigidez da articulação, melhorar os espasmos musculares e aumentando a velocidade e volume circulatório do sangue. Geralmente a terapia com calor é utilizada em lesões crônicas, ao contrário do frio que é utilizado em lesões agudas.
Contra-indicações:
Não aquecer regiões do corpo que estiverem anestesiadas, edemaciadas, inflamadas, feridas com sangramento, áreas com tumores, sobre os testículos, e sobre o abdômen de gestantes.
Estalos
A articulação pode apresentar estalidos como de vácuo que, geralmente, não tem nenhum significado e são comuns em articulações com hipermobilidade. Estalidos podem ser ouvidos e sentidos em torno das articulações, conforme tendões ou ligamentos deslizam sobre proeminência óssea, mas geralmente ele não tem significado clínico. No caso de dor, os estalidos pode indicar lesão no menisco.
Considerações Importantes
Durante o agachamento o estresse na articulação patelofemoral aumenta quando o ângulo de flexão aumenta (WALLACE et al, 2002).
As forças compressivas são maiores no agachamento realizado com as pernas mais afastas (afastamento esse de 2 x a largura da espinha ilíaca) do que com as pernas mais próximas (pés da largura da espinha ilíaca).
O agachamento deve ser feito de forma lenta e controlada na fase excêntrica, uma vez que esse movimento de descida feito de forma rápida e descontrolada aumenta muito as forças nas estruturas do joelho (ESCAMILLA, 2001).
O pico de força e o estresse na articulação patelofemoral foi observada com 90 graus de flexão do joelho (WALLACE et al, 2002).
O agachamento é considerado mais efetivo do que o leg press para o desenvolvimento muscular, porém deve ser usado cautelosamente em indivíduos com disfunções do LCP e patelofemoral, especialmente em ângulos acentuados de flexão (ESCAMILLA et al, 2001).
A maior ativação dos músculos da coxa acontece no agachamento (KVIST & GILLQUIST, 2001).
O vasto medial oblíquo não pode ser isolado de forma significativa durante os exercícios. (MIRZABEIGI et al, 1999). Um estudo feito por Escamilla e seus companheiros em 1998 no Instituto Americano de Medicina esportiva chegaram as seguintes conclusões:
O agachamento gera 2 vezes mais atividade dos isquiotibiais do que o leg press e a cadeira extensora.
A maior atividade do quadríceps acontece na máxima flexão dos joelhos em ECCF e na máxima extensão em ECCA.
ECCA produziu maior ativação do reto femoral enquanto o ECCF produz maior ativação dos vastos.
As forças compressivas tibiofemorais foram maiores na máxima flexão dos joelhos em ECCF e na máxima extensão em ECCA.
As compressões patelofemorais foram maiores na máxima flexão dos joelhos em ECCF e na máxima flexão e na metade da extensão em ECCA.
Conclusões
A maioria das lesões pode ser evitada apenas utilizando medidas preventivas.
Uma musculatura forte e com boa flexibilidade ajudam na estabilização dos joelhos e outras estruturas em geral. - Aplicação de gelo nas articulações é mais utilizada após a sessão de treino.
A crioterapia é uma medida preventiva de grande valia e tem sido indicada por grandes treinadores e profissionais de saúde.
A partir do entendimento dos conteúdos listados acima, podemos sugerir que a utilização de exercícios de cadeia cinética fechada são os mais indicados, principalmente o agachamento.
Além de ter uma maior ativação muscular, ele também é um exercício extremamente funcional pois, utilizamos movimentos parecidos a todo instante, por exemplo no momento de pegar um objeto no chão. Infelizmente esse excelente exercício não é bem visto por muitos “profissionais”, mas isso se deve ao fato de estarem desatualizados ou mesmo não terem domínio dos princípios que norteiam o treinamento desportivo. Com um treinamento bem elaborado, utilizando devidamente a recuperação e principalmente uma boa técnica de execução, o agachamento pode favorecer indivíduos saudáveis ou mesmo com joelhos lesionados."
Retirado sem editar do blog: Preparação física no futebol - Blogspot
A Carol já falou que não vai dar pra postar a resposta pra pergunta dela essa semana. E a decisão foi deixar para responder essa e algumas outras perguntas mais aparentemente complicadas depois que a gente já tiver conversado com o preparador físico que o João , nosso professor de educação física arrumou pra gente.
É isso mesmo: o professor de Educação Física, João, é amigo/seilá do preparador físico da base do Cruzeiro, e conseguiu agendar pra gente uma conversa/entrevista com o cara *--*
Legal demais né? Então, falta só combinar os detalhes junto a escola e aos professores...
É importante lembrar que a Suelen já postou a resposta para a pergunta (sobre a dieta de jogadores) dela há tempos atrás HEUHSU...
Vou postar um texto bem grande aqui, ninguém vai ter paciência pra ler todo não, mas a gente aqui com certeza vai ter que fazer isso um dia desses:
Sobre lesões no joelho
"O joelho é uma das maiores articulações do corpo humano e também uma das que mais sofre lesões. Essa articulação é formada pela extremidade distal do fêmur, extremidade proximal da tíbia, patela, ligamentos, meniscos e tendões de músculos que o cruzam. O joelho pode ser lesionado de várias formas por ser muito vulnerável ao trauma direto (pancadas) ou indireto (entorse), além de ser lesionado principalmente pelo excesso de uso ou uso inadequado (regiões condrais e tendíneas são as mais acometidas).
Nos Estados Unidos e Canadá mais de 4 milhões de pessoas necessitam, anualmente, de tratamento médico para as patologias do joelho. As lesões no joelho são muito comuns no meio esportivo. Atletas das modalidades que possuem corridas e/ou saltos, geralmente se queixam de dores em algum estágio de suas vidas competitivas, muitas vezes tendo que abandonar o esporte. Os atletas recreativos ou mesmo praticantes de academias, também são acometidos a estas lesões. Praticamente todas as estruturas do joelho podem ser lesionadas, neste texto daremos enfoque às lesões mais comuns: Lesões ligamentares (distensões), tendinite patelar, condromalácia patelar e lesões dos meniscos.
Lesões ligamentares
Existem quatro grandes ligamentos no joelho: Ligamento Cruzado Anterior (LCA), Ligamento Cruzado Posterior (LCP), Ligamento Colateral Medial (LCM) e Ligamento Colateral Lateral (LCL). Dentre os quais a maior incidência de lesões ocorre no LCA e no LCM. O joelho é estável em extensão, passível de rotação axial (quando flexionado), fazendo com que essa articulação seja menos estável na flexão. Quanto às lesões, o estiramento dos ligamentos é uma das mais comuns nos tecidos moles do joelho, podendo ser classificado como:
1º Grau - Leve estiramento, com pequena tumefação e sem perda da estabilidade. Neste caso o ligamento permanece íntegro e após o trauma o indivíduo consegue andar. A dor acontece somente no movimento e, em alguns casos, ao toque.
2º Grau - Estiramento de cerca de 50% das fibras, presença de sinais flogísticos, com grande dificuldade de movimentos, sendo a estabilidade preservada na maioria dos casos.
3º Grau - Estiramento de cerca de 75% das fibras, com presença de hematoma acentuado e perda da estabilidade, com diástese de 10mm.
4º Grau - Ruptura ligamentar total ou avulsão, com rompimento da cápsula e possível ruptura meniscal que consiste em uma lesão grave.
Distensão do ligamento cruzado anterior (LCA)
A ruptura isolada do LCA pode acontecer, porém geralmente, é mais comum que esse ligamento seja danificado junto com outros ligamentos e/ou cornos posteriores de menisco. O mecanismo básico da lesão do LCA envolve a hiperextensão do joelho, como por exemplo, um golpe direto na parte frontal do fêmur com o pé fixo no chão. O LCA também se distende em atividades que exigem mudanças rápidas de direção como no futebol, handebol e basquete (momento da “finta” ou em freadas rápidas, arrancadas) e em esportes de salto quando não acontece uma aterrissagem firme. Durante a reabilitação deve-se evitar alongamentos agressivos dos isquiotibiais e os exercícios devem ser executados inicialmente com os joelhos ligeiramente flexionados.
Os exercícios de cadeia cinética fechada são mais indicados. O fortalecimento dos isquiotibias é de suma importância, uma vez que eles ajudam na estabilização do joelho. Atualmente a reabilitação desse tipo de lesão tem sido feita utilizando o agachamento como principal exercício, pois durante sua execução não existe forças tensionais significativas no LCA. Isso se deve em parte pela moderada ativação dos isquiotibiais que ajudam a aliviar a tensão no LCA devido ao mecanismo de co-contração (ESCAMILLA, 2001).
O interessante é que à medida que aumenta-se o ângulo de flexão de joelhos aumenta-se a contração dos isquiotibiais, fazendo com que o agachamento profundo possa ser utilizado em estágios mais avançados de recuperação. A frouxidão ligamentar do LCA lesionado pode ser controlado em exercício de cadeia cinética fechada (ECCF) mas, não em exercício de cadeia cinética aberta (ECCA) (KVIST & GILLQUIST, 2001). Durante o agachamento a maior compressão no LCA acorre nos ângulos menores que 50 graus (TOUTOUNGI et al, 2000).
Distensão do ligamento colateral medial (LCM)
Uma das lesões mais comuns no esporte. Geralmente é resultante de uma força externa direcionada ao aspecto lateral do joelho, ou seja, ocorre muitas vezes por trauma na face lateral (externa), sendo relacionada a esportes como o futebol, judô, karatê, etc. O tratamento consiste em fortalecer todos os músculos que cruzam a articulação dos joelhos (quadríceps, isquiotibiais, adutores e abdutores) isso após a interrupção do quadro álgico.
Distensão do ligamento cruzado posterior (LCP)
Distensões nesse ligamento são pouco comuns no meio esportivo e geralmente outras estruturas são afetadas. A hiperextensão do joelho é o mecanismo mais comum dessa lesão, geralmente é ocasionado por trauma direto na região anterior da parte superior da coxa. No tratamento deve-se focalizar o quadríceps, uma vez que esse músculo fortalecido tende a deslocar anteriormente a tíbia, revertendo assim o sinal de gaveta posterior. A força dos músculos posteriores da coxa deve ser estabelecida espontaneamente sem exercícios específicos.
É importante o alongamento dos isquiotibiais, mas sempre tendo os devidos cuidados para não hiperextender o joelho lesionado. O fortalecimento do quadríceps deve ser priorizado com exercícios de cadeia cinética aberta (ex: cadeira extensora), mas em fases posteriores da reabilitação os exercícios de cadeia cinética fechada como agachamentos podem ser introduzidos, porém deve-se ter cuidado com a angulação, pois à medida que aumenta-se o ângulo de flexão, aumenta-se à tensão neste ligamento, sendo seguro trabalhar em ângulos menores que 50 / 60º (ESCAMILLA, 2001).
Tendinite patelar (“joelho do saltador”)
A dor na região infrapatelar é mais comum nesse tipo de lesão, porém outros fatores podem ocasiona-la:
Lesões da patela, como osteocondrite;
Patela com fratura de esforço ou polo inferior alongado e proeminente;
Hipertrofia do corpo adiposo infrapatelar;
Bursite ou doença de Osgood-schlatter.
A tendinite patelar está associada com mais freqüência a atividades repetitivas, ela foi primeiramente descrita em atletas de salto em altura (daí o nome de joelho do saltador) mas é quase igualmente edêmica em jogadores de basquete e vôlei. Além de atividades que envolvam saltos, atividades de corrida também costumam exacerbar esse quadro. A dor da tendinite patelar normalmente é de fácil localização, e acomete geralmente o polo inferior da patela, ou mais raro, sua borda superior. No tratamento o primeiro passo é a diminuição dos sintomas, e isso deve ser feito interrompendo as atividades que causem dor.
Tratamento com gelo, medicamentos, antiinflamatórios e exercícios isométricos do quadríceps são iniciados imediatamente e continuados até que os sintomas desapareçam. Deve-se fortalecer e alongar o quadríceps e os alongamentos deve ser feito pelo menos 4 vezes por dia, ao acordar, antes e depois das atividades físicas e antes de dormir. Durante o alongamento recomenda-se um mínimo de 20 segundos de manutenção da posição por 2 ou 3 séries. Os exercícios isotônicos e com mais cargas podem ser realizados assim que os sintomas de dor tiverem cessado e não causarem dor durante a execução.
Condromalácia patelar (“joelho do corredor”)
A condromalácia patelar é uma lesão da cartilagem patelar devido a degeneração prematura com amolecimento, fibrilação e aspereza dessa estrutura, nas quais, são semelhantes às relacionadas com a osteoartrite. A condromalácia pode ocorrer devido a trauma direto com conseqüente dano condral, ou resulta de qualquer condição que interfira com os movimentos patelofemorais normais, tais como variações anatômicas anormais. Essas variações podem ser causadas pelo aumento do ângulo Q, patela alta, insuficiência do vasto medial, oblíquo e desequilíbrio articulares. Esta lesão é mais comum em mulheres (devido principalmente ao aumento do ângulo Q) e ocorre prioritariamente em atividades como balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.
A dor é descrita como profunda e localizada na região retropatelar e pode ser sentida ao subir e descer escadas, em atividades prolongadas, após ficar muito tempo com os joelhos flexionados e ao agachar-se para pegar um objeto no chão. Em movimentos de flexão dos joelhos a dor é acompanhado de crepitação retropatelar facilmente audível ou sentida com a mão por cima da patela. O principal sinal para um diagnóstico consiste em mover a superfície da patela contra o fêmur. O tratamento é conservador, muito parecido com o utilizado no procedimento da tendinite. Estimular o repouso evitando atividades que provoquem a dor patelar, como correr, saltar, andar em salto alto e exercícios que promovam a flexão do joelho (ex: ciclismo e subir escadas).
A base do tratamento é constituída de exercícios que fortaleçam o quadríceps, principalmente o vasto medial oblíquo. Apesar de ser necessário o fortalecimento prioritário do VMO (vasto medial oblíquo), dificilmente essa musculatura pode ser isolada e fortalecida individualmente. Um estudo conduzido por MIRZABEIGI et al, em 1999 comparou a ativação do vasto medial oblíquo com o vasto lateral, vasto intermédio e reto femoral em 9 exercícios diferentes, os pesquisadores demonstraram não haver diferenças significativas entre os músculos concluindo então que o VMO não pode ser isolado durante os exercícios.
É recomendado que se realize exercícios isométricos para o quadríceps, pois não exacerbam a dor, fortalecem e envolvem movimento mínimo da patela. Já os exercícios de flexão de joelhos, tais como agachamento são indicados, mas implicam em uma sobrecarga muito grande sobre a articulação patelofemoral e resultam em exarcebação dos sintomas (CORRIGAN & MAITLAND, 2000). Apesar da tensão patelofemoral aumentar concomitante à flexão do joelho no agachamento, devemos ter em mente que o agachamento profundo mesmo realizado com poucas repetições e muita carga é menos deletério que atividades cíclicas de longa duração, pois na verdade o maior problema da condromalácia está no alto volume dos treinos. Outro fator importante neste tipo de lesão é o fortalecimento e alongamento dos isquiotibiais, flexores do quadril e abdutores.
Lesões de meniscos
Cada um dos compartimentos laterais e mediais do joelho contém um menisco fibrocartilagíneo em forma de meia-lua e de consistência amolecida. Os meniscos ajudam a aumentar a congruência articular, estabiliza a articulação, absorve choques e limita movimentos anormais, além de ajudar na nutrição articular e na lubrificação da cartilagem. Os atletas de final de semana são os principais candidatos às lesões dos meniscos devido ao condicionamento físico inadequado. A cartilagem pode sofrer ruptura na direção horizontal ou longitudinal, sendo esta última mais comum. Quando a lesão é grande suficiente atingindo longitudinalmente desde o corno anterior até o posterior é denominada “alça de balde” e o fragmento interno pode deslocar-se e assim produzir um bloqueio articular.
Em pacientes com ampla ruptura de meniscos deve ser realizada a meniscectomia, mas quando ocorrida na inserção vascular periférica, o menisco pode ser recuperado. Geralmente o tratamento visa aumentar a força do quadríceps, dos flexores e abdutores do quadril e deve ser combinado com exercícios para alongar os isquiotibiais e panturrilhas. Existem especulações quanto à sobrecarga causada pelo agachamento a estas estruturas.
Estudos demonstram que o pico de força compressiva no agachamento profundo varia de 550 a 7928N, mas nenhum estudo consegue demonstrar o quanto às estruturas articulares e meniscos podem suportar (ESCAMILLA, 2001). A partir de observações empíricas podemos avaliar que provavelmente os meniscos suportam bem mais que isso, basta observarmos que os jogadores de voleibol (ou outros esportes de salto) dificilmente tem lesões nos meniscos mesmo tendo forças (durante os treinamentos / competições) compressivas atuando nessas estruturas bem acima das encontradas no agachamento profundo.
Terapia com frio e calor como forma de tratamento e prevenção de Lesões
Atualmente as terapias com frio e calor tem sido muito difundidas na reabilitação de lesões, sem contar que, e a terapia com frio ainda pode ser utilizada na prevenção.
Crioterapia (aplicação de gelo):
Crioterapia (crio = gelo, terapia = tratamento) é o nome que se dá ao tratamento à base de gelo, usado há muitos anos como agente terapêutico. Sua principal aplicação está no tratamento imediato de lesões no esporte, na qual serve para resfriar os tecidos profundos pela vasoconstrição, reduzindo assim as hemorragias. Atualmente a crioterapia tem sido utilizada como meio preventivo para lesões, sendo comumente usada pelos principais clubes e atletas competitivos. A somação do estresse nos tendões e estruturas articulares pode promover uma deficiência nutricional nessas regiões com conseqüente isquemia local, e a aplicação de gelo nessas regiões promove uma hipotermia, reduzindo assim os níveis metabólicos e evitando reações de hipoxia secundária, que com certeza levaria a dor e incapacidade funcional.
A hipotermia causada pelo resfriamento articular também favorece a agregação molecular de líquido sinovial aumentando assim a sua viscosidade, na qual é um dos fatores determinantes na proteção da cartilagem articular. Os principais efeitos fisiológicos da crioterapia são: Anestesia, redução da dor, redução do espasmo muscular, estimula o relaxamento, redução do metabolismo local, redução da inflamação, redução da circulação com posterior estimulação, redução do edema e quebra do ciclo dor-espasmo-dor.
Dicas para o uso do gelo:
1- Uso imediato nas contusões - reduz o edema e alivia a dor. 2- Aplicar gelo em qualquer traumatismo ou contusão. Ex: Lesões musculares (contraturas, distensões), lesões articulares (entorses, lesões nos ligamentos), tendinites, hematomas, etc. 3- É recomendado que a aplicação dure no máximo 30min, sendo que na maioria das regiões 20 min já são o suficiente. 4- Nas primeiras 24 horas das lesões mais importantes use gelo por meia hora a cada duas horas. LAING, DALLEY E KIRK (1973) relataram que uma aplicação de gelo durante 20 minutos teve um efeito de até duas horas no esfriamento de músculos profundos. 5- Evite pegar no sono enquanto aplica gelo.
Contra-indicações:
O gelo não deve ser usado em caso de redução do suprimento sanguíneo (ex: Doença vascular periférica), também é contra indicado no caso de artrite pois, aumenta a rigidez articular.
Termoterapia (aplicação de calor):
O calor terapêutico tem efeito trófico, promovendo a vasodilatação das arteríolas e capilares melhorando o metabolismo da nutrição dos tecidos, liviando a dor e aumentando a flexibilidade dos tecidos músculo-tendíneos, além de diminuir a rigidez da articulação, melhorar os espasmos musculares e aumentando a velocidade e volume circulatório do sangue. Geralmente a terapia com calor é utilizada em lesões crônicas, ao contrário do frio que é utilizado em lesões agudas.
Contra-indicações:
Não aquecer regiões do corpo que estiverem anestesiadas, edemaciadas, inflamadas, feridas com sangramento, áreas com tumores, sobre os testículos, e sobre o abdômen de gestantes.
Estalos
A articulação pode apresentar estalidos como de vácuo que, geralmente, não tem nenhum significado e são comuns em articulações com hipermobilidade. Estalidos podem ser ouvidos e sentidos em torno das articulações, conforme tendões ou ligamentos deslizam sobre proeminência óssea, mas geralmente ele não tem significado clínico. No caso de dor, os estalidos pode indicar lesão no menisco.
Considerações Importantes
Durante o agachamento o estresse na articulação patelofemoral aumenta quando o ângulo de flexão aumenta (WALLACE et al, 2002).
As forças compressivas são maiores no agachamento realizado com as pernas mais afastas (afastamento esse de 2 x a largura da espinha ilíaca) do que com as pernas mais próximas (pés da largura da espinha ilíaca).
O agachamento deve ser feito de forma lenta e controlada na fase excêntrica, uma vez que esse movimento de descida feito de forma rápida e descontrolada aumenta muito as forças nas estruturas do joelho (ESCAMILLA, 2001).
O pico de força e o estresse na articulação patelofemoral foi observada com 90 graus de flexão do joelho (WALLACE et al, 2002).
O agachamento é considerado mais efetivo do que o leg press para o desenvolvimento muscular, porém deve ser usado cautelosamente em indivíduos com disfunções do LCP e patelofemoral, especialmente em ângulos acentuados de flexão (ESCAMILLA et al, 2001).
A maior ativação dos músculos da coxa acontece no agachamento (KVIST & GILLQUIST, 2001).
O vasto medial oblíquo não pode ser isolado de forma significativa durante os exercícios. (MIRZABEIGI et al, 1999). Um estudo feito por Escamilla e seus companheiros em 1998 no Instituto Americano de Medicina esportiva chegaram as seguintes conclusões:
O agachamento gera 2 vezes mais atividade dos isquiotibiais do que o leg press e a cadeira extensora.
A maior atividade do quadríceps acontece na máxima flexão dos joelhos em ECCF e na máxima extensão em ECCA.
ECCA produziu maior ativação do reto femoral enquanto o ECCF produz maior ativação dos vastos.
As forças compressivas tibiofemorais foram maiores na máxima flexão dos joelhos em ECCF e na máxima extensão em ECCA.
As compressões patelofemorais foram maiores na máxima flexão dos joelhos em ECCF e na máxima flexão e na metade da extensão em ECCA.
Conclusões
A maioria das lesões pode ser evitada apenas utilizando medidas preventivas.
Uma musculatura forte e com boa flexibilidade ajudam na estabilização dos joelhos e outras estruturas em geral. - Aplicação de gelo nas articulações é mais utilizada após a sessão de treino.
A crioterapia é uma medida preventiva de grande valia e tem sido indicada por grandes treinadores e profissionais de saúde.
A partir do entendimento dos conteúdos listados acima, podemos sugerir que a utilização de exercícios de cadeia cinética fechada são os mais indicados, principalmente o agachamento.
Além de ter uma maior ativação muscular, ele também é um exercício extremamente funcional pois, utilizamos movimentos parecidos a todo instante, por exemplo no momento de pegar um objeto no chão. Infelizmente esse excelente exercício não é bem visto por muitos “profissionais”, mas isso se deve ao fato de estarem desatualizados ou mesmo não terem domínio dos princípios que norteiam o treinamento desportivo. Com um treinamento bem elaborado, utilizando devidamente a recuperação e principalmente uma boa técnica de execução, o agachamento pode favorecer indivíduos saudáveis ou mesmo com joelhos lesionados."
Retirado sem editar do blog: Preparação física no futebol - Blogspot
segunda-feira, 28 de março de 2011
Entrevista a um ex-jogador
5 perguntas feitas a Mateus Fernandes, ex-atleta:
1. Como eram os treinos?
Os treinos envolviam muito preparo físico, tinha dia que treinávamos duas vezes num dia só,acredita?
No preparo físico eu malhava muito, principalmente as pernas e resto do que o jogador de futebol necessita. Corria uns 7km a 10 km. Faziamos também treinamento específico pra cabecear bem a bola, melhorar nos passes de perto e longa distância,chutes ao gol, para , é claro, marcar aquele golaço.
2.Como era a preparação antes do início da partida?
Durante a semana já me preparava para o jogo no final de semana. Procurei sempre descansar bem depois dos treinos, a semana começava bem forte na preparação física e conseqüentemente o ritmo ia caindo por causa do jogo no final de semana. Na véspera somente faziam alguns ajustes no time sem muito correria,cerca de uns 30 minutos,aí depois íamos descansar.
3. O que a equipe comia e bebia antes do jogo começar?
Comíamos muita frutas e bebíamos muito repositor energético e chocolate!
4. Como era a alimentação do dia-a-dia?
Muitos carboidratos como: arroz, macarrão, batata.... Sempre com a orientação nutricional,sem muito óleo,para repor mais fácil a energia gasta nos treinamentos.
5. Como a questão da saúde é administrada num treinamento?
Nós sempre passamos por exames de coração, avaliação do do corpo para saber se há desgaste dos ossos, principalmente no joelho, uma das áreas mais afetadas dos jogadores de futebol. O restante é através dos treinamentos. Ficamos com a preparação física, aptos a exercermos essa função. E no mais, a saúde vem muito da alimentação.
1. Como eram os treinos?
Os treinos envolviam muito preparo físico, tinha dia que treinávamos duas vezes num dia só,acredita?
No preparo físico eu malhava muito, principalmente as pernas e resto do que o jogador de futebol necessita. Corria uns 7km a 10 km. Faziamos também treinamento específico pra cabecear bem a bola, melhorar nos passes de perto e longa distância,chutes ao gol, para , é claro, marcar aquele golaço.
2.Como era a preparação antes do início da partida?
Durante a semana já me preparava para o jogo no final de semana. Procurei sempre descansar bem depois dos treinos, a semana começava bem forte na preparação física e conseqüentemente o ritmo ia caindo por causa do jogo no final de semana. Na véspera somente faziam alguns ajustes no time sem muito correria,cerca de uns 30 minutos,aí depois íamos descansar.
3. O que a equipe comia e bebia antes do jogo começar?
Comíamos muita frutas e bebíamos muito repositor energético e chocolate!
4. Como era a alimentação do dia-a-dia?
Muitos carboidratos como: arroz, macarrão, batata.... Sempre com a orientação nutricional,sem muito óleo,para repor mais fácil a energia gasta nos treinamentos.
5. Como a questão da saúde é administrada num treinamento?
Nós sempre passamos por exames de coração, avaliação do do corpo para saber se há desgaste dos ossos, principalmente no joelho, uma das áreas mais afetadas dos jogadores de futebol. O restante é através dos treinamentos. Ficamos com a preparação física, aptos a exercermos essa função. E no mais, a saúde vem muito da alimentação.
Continuação das perguntas
18-Cite alguns casos de dopping no futebol.
19-Quais substâncias químicas que melhoram o desempenho dos atleta são permitidas ?
20-Qual a função de energéticos/hidrotônicos durante os jogos ?
21-Qual a diferença dessas bebidas em relação as comuns para se ajustarem as necessidades dos atletas?
22-Qual a idade recomendada para a aposentadoria de um atleta ?
23-Qual o cuidado especial com os goleiros ?
24-Qual o cuidado especial que se tem com atletas que obtém problemas de saúde (ex: diabetes) ?
25-Por que a preparação física é importante no esporte ?
Depois voltarei com mais notícias ...
19-Quais substâncias químicas que melhoram o desempenho dos atleta são permitidas ?
20-Qual a função de energéticos/hidrotônicos durante os jogos ?
21-Qual a diferença dessas bebidas em relação as comuns para se ajustarem as necessidades dos atletas?
22-Qual a idade recomendada para a aposentadoria de um atleta ?
23-Qual o cuidado especial com os goleiros ?
24-Qual o cuidado especial que se tem com atletas que obtém problemas de saúde (ex: diabetes) ?
25-Por que a preparação física é importante no esporte ?
Depois voltarei com mais notícias ...
Questões a serem respondidas
Então, logo a baixo, colocarei as questões nas quais queremos obter respostas !!!
1-Como era a preparação física dos atletas do futebol nos tempos antigos (histórico) ?
2-Qual a diferença do futebol masculino e o feminino em relação à preparação física?
3-Qual a diferença do futebol amador e o profissional em relação à preparação física?
4-Qual a diferença da preparação dos atletas de base em relação aos profissionais ?
5-Qual a diferença entre a preparação no futsal, futebol society e no futebol de campo?
6-Qual a diferença entre preparação dos dançarinos profissionais e os jogadores de futebol?
7-Qual a diferença entre a preparação dos policiais para e os jogadores ?
8-O que é preparação física?
9-Existe restrições para porte físico de um atleta ?
10- Como é a preparação física do árbitro ?
11-Quais são as lesões mais comuns no futebol ?
12-Qual a ajuda que materiais eletrônicos de última geração fornecem ?
13-Quais as recomendações em relação a dietas?
14-Cite casos de atletas que se destacam na preparação: negativamente e positivamente.
15-Quais são os suplementos mais comuns utilizados pelos atletas ?
16-Quais são as restrições a esses suplementos?
17-Quais as combinações químicas não permitidas(dopping)?
Estas são as 17 primeiras .. Volto depois com as outras questões
quarta-feira, 23 de março de 2011
Então gente, eu encontrei um blog inteiramente dedicado à preparação física, o endereço é:
preparacaofisicanofutebol.blogspot.com ... Depois visitem, é bem bacana.
E um outro site também bacana, é o do histórico da preparação física, colocarei abaixo o link, já que um dos tópicos que estudaremos é a preparação física nos tempos antigos.
É ele: www.efdeportes.com/efd63/brasil.htm !
Por hoje é só, mais não demora voltarei com mais novidades =DD ..
preparacaofisicanofutebol.blogspot.com ... Depois visitem, é bem bacana.
E um outro site também bacana, é o do histórico da preparação física, colocarei abaixo o link, já que um dos tópicos que estudaremos é a preparação física nos tempos antigos.
É ele: www.efdeportes.com/efd63/brasil.htm !
Por hoje é só, mais não demora voltarei com mais novidades =DD ..
terça-feira, 22 de março de 2011
Alguns vídeos sobre preparação física
Olá!! Estamos reunindo informações diversas, e hoje vou postar dois vídeos que encontrei no Youtube.
O primeiro fala sobre a preparação física no futsal:
O segundo, mostra imagens de exercícios específicos para a preparação de atletas do futebol:
No futebol, além dos treinamentos que visam a melhoria da condição física, os atletas também praticam exercícios para aperfeiçoar habilidades específicas como: cabeceamento, finalizações, dribles, arranque, potência de chute, etc.
sexta-feira, 18 de março de 2011
A dieta antes e depois do jogo de futebol
Dieta pré-competição: 1- pequenas refeições 1-2 horas antes do jogo;
2- incluir alimentos que sejam habituais na dieta dos jogadores e também importantes no lado psicógico e supersticioso;
3- A refeição não deve ter um conteúdo elevado de gordura e de fibra alimentar;
4- 2g de cho/kg de peso corporal nas refeições 2 horas antes do jogo;
5- grande refeições - 3 a 4 horas antes do jogo;
6- 5g de cho/kg de pesso corporal nas refeições 4 horas antes do jogo.
Dieta pós-competição: 1- Os alimentos devem ser consumidos logo após o término do jogo;
2- Oferecer alimentos ricos em cho de indice glicêmico alto;
3- 1-1, 5g de cho/kg de peso corporal imediatamente após o exercicio;
4- 7-10g de cho/kg de peso corporal imediatamente após o exercio.
2- incluir alimentos que sejam habituais na dieta dos jogadores e também importantes no lado psicógico e supersticioso;
3- A refeição não deve ter um conteúdo elevado de gordura e de fibra alimentar;
4- 2g de cho/kg de peso corporal nas refeições 2 horas antes do jogo;
5- grande refeições - 3 a 4 horas antes do jogo;
6- 5g de cho/kg de pesso corporal nas refeições 4 horas antes do jogo.
Dieta pós-competição: 1- Os alimentos devem ser consumidos logo após o término do jogo;
2- Oferecer alimentos ricos em cho de indice glicêmico alto;
3- 1-1, 5g de cho/kg de peso corporal imediatamente após o exercicio;
4- 7-10g de cho/kg de peso corporal imediatamente após o exercio.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Pequena postagem pré-carnaval
Olá a todos!
Já que durante o carnaval as coisas ficarão meio paradas, aproveito o dia de hoje para postar algo do pouco que já tenho em mãos.
No momento estamos apenas coletando informações para que mais tarde possamos nos reunir e decidir o que fazer com cada uma delas.
Ao iniciar minha pesquisa, encontrei um site que vai nos ajudar muito.
Esse site pertence a um preparador físico de futebol, e fala sobre muitos temas que já pretendemos abordar no nosso trabalho: fisiologia, avaliação física, nutrição, lesões .. E ainda me despertou para dois tópicos que ainda não tínhamos citado: psicologia no esporte e dopping. Pensei também em falar sobre preparação física na luta e na polícia. Quando o grupo se encontrar novamente discutiremos sobre encaixar ou não esses tópicos em nosso trabalho.
Aproveito também para falar que já estamos avaliando a possibilidade de visitar uma academia, faculdade de educação física e até um centro de treinamento de futebol... Locais onde certamente encontraremos muita coisa boa para o nosso projeto. Mas por enquanto nada está decidido.
Aguardamos que os outros colegas disponibilizem o endereço de seus blogs para que possamos divulgá-los aqui, e contribuirmos com o que for possível.
Bom carnaval/descanso para todos! =)
quinta-feira, 3 de março de 2011
Primeiros passos
Nesse projeto, trabalharemos sobre preparação física dos atletas, com foco voltado ao futebol.
O nosso objetivo é tentar passar para as pessoas de maneira mais simples como funciona a vida de um atleta para ter um bom rendimento. Alguns tópicos por nós já decidos são:
-Alimentação
-Preparação do futebol Feminino x Masculino;
-Restrições para porte físico muito forte;
-Preparação dos árbitros;
-Breve comparação com a preparação de amadores;
-Breve volta ao tempo para comparação com atletas dos anos 70-80;
-Uma levíssima comparação da preparação da Dança x Futebol;
-Alguns casos específicos de atletas que se machucam com mais facilidade e por que;
-Lesões mais comuns;
-Ajuda fornecida por equipamentos de última geração;
-Restrições em geral.
Se possível transmitiremos também as imagens, para um melhor entendimento.
Apesar de todos esses tópicos, não nos desviaremos do foco principal, esses demais, foram alguns temas no qual chegamos a conclusão de que seria interessante uma leve pesquisa.
Até a próxima.
O nosso objetivo é tentar passar para as pessoas de maneira mais simples como funciona a vida de um atleta para ter um bom rendimento. Alguns tópicos por nós já decidos são:
-Alimentação
-Preparação do futebol Feminino x Masculino;
-Restrições para porte físico muito forte;
-Preparação dos árbitros;
-Breve comparação com a preparação de amadores;
-Breve volta ao tempo para comparação com atletas dos anos 70-80;
-Uma levíssima comparação da preparação da Dança x Futebol;
-Alguns casos específicos de atletas que se machucam com mais facilidade e por que;
-Lesões mais comuns;
-Ajuda fornecida por equipamentos de última geração;
-Restrições em geral.
Se possível transmitiremos também as imagens, para um melhor entendimento.
Apesar de todos esses tópicos, não nos desviaremos do foco principal, esses demais, foram alguns temas no qual chegamos a conclusão de que seria interessante uma leve pesquisa.
Até a próxima.
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